Hoje,
no Irão, é o pretenso perigo de desenvolvimento de armas nucleares – nunca
confirmado pela Agência Internacional de Energia Atómica – que tenta
justificar, por parte dos EUA e UE, a imposição de sanções e de movimentações
militares provocatórias. Mas como a história nos ensina e nos torna
previdentes, temos por certo que, para lá de evidentes interesses
geoestratégicos no c...
A
presumíbel creba de Grecia, o empeoramento da situación no Estado español e a
constante deterioración de Italia debuxan un escuro panorama que o cambio
euro-dólar favorábel ao euro non vai poder aliviar.
Os
prognósticos do FMI para a economía europea son sombríos para 2012 e mesmo para
2013. A recesión na que entraron as economías belga, francesa, italiana e
española, xunto co...
A crise
lançou muitas sombras sobre o futuro do euro. Parece evidente que, nas
condições atuais, a moeda europeia é amplamente vantajosa para a Alemanha, mas
não serve aos interesses dos povos que habitam a região.
A
chanceler alemã, Angela Merkel, disse nesta terça-feira, 7, que o impacto da
saída da Grécia da zona do euro seria "incalculável" e reafirmou a
determinação de man...
As
crises financeiras, quando são globais, exprimem a confrontação entre os
grandes actores capitalistas financeiros que lutam pela configuração da nova
ordem mundial. A confrontação entre blocos de poder constitui o fundo da crise
actual, a qual se verifica quando no núcleo financeiro do poder mundial começa
a emergir uma nova fracção que se transformou em outra forma de capital, mais
...
Está a
decorrer, em processo acelerado e quase secreto, a elaboração do novo projecto
de tratado, agora dito internacional, decidido pelo Conselho Europeu de 8 e 9
de Dezembro passado. Recorde-se que a oposição do Reino Unido, que não faz
parte da zona euro, remeteu o novo acordo para os países da zona euro e para os
que, voluntariamente, se quiserem associar ao processo.
Querem
que...
O Banco
Central Europeu deu uma prenda de Natal aos colegas banqueiros: a oferta
ilimitada de crédito à banca por três anos, com juros de apenas 1%. A banca
pode emprestar esse dinheiro – com juros bem maiores – aos governos, enchendo o
sapatinho à custa do contribuinte.
O retomar deste escandaloso negócio veio
acompanhado de mais prendas: foram diminuídas as exigências de reservas (q...
Na
última semana de novembro o Banco Central Europeo e a Reserva Federal tiveron
que aplicar unha nova inxección masiva de diñeiro para cubrir os problemas de
liquidez da banca internacional. Unha operación que vén repetíndose con moita
frecuencia desde a crise de Lehman Brothers. A xustificación pública é sempre a
mesma, a de ofrecer fondos para que a banca poida seguir prestando diñeir...