Coa
sinatura por parte de CCOO e UGT con CEOE e CEPYME do denominado 'II Acordo
para o emprego e a negociación colectiva', o pasado 25 de xaneiro, profúndase
na desregulación do mercado laboral e na precarización das condicións de
traballo, do que xa era expresión o anterior acordo equivalente asinado baixo o
patrocinio de Zapatero.
Hoxe,
como daquela, o sindicalismo entreguista de ma...
As três
décadas de neoliberalismo, inauguradas por Margaret Thatcher com uma drástica
desindustrialização nos anos 80, marcaram o triunfo de um individualismo que
afundou o sistema de valores solidários da classe trabalhadora. Em 1979 havia
sete milhões de operários com um forte peso de mineiros, portuários e do setor
automotivo. Hoje há dois milhões e meio, as minas desapareceram e só...
A
Alemanha é apontada como um exemplo excepcional de crescimento económico e
combate ao desemprego no actual contexto de crise mundial. Na verdade, a
sustentar o «milagre» alemão está a velha receita capitalista de aumento da
exploração sobre quem trabalha.
Os
dados que têm feito parangonas nas notícias indicam que, em 2011, foram criados
na Alemanha 535 mil empregos face a 2010, ...
Cando a maior parte das
estruturas estamos preparando a negociación colectiva para o ano 2012 e aínda
afrontamos, nomeadamente no marco centralizado, a negociación de Convenios
vencidos no ano 2009 e 2010, temos que poñer o acento na creación de emprego.
Gran parte das medidas laborais
impulsadas polo Goberno do PSOE, en solitario ou coa axuda doutros, e parte das
medidas que pretende ...
Vivemos
unha fase de agudos cámbios no sistema económico neoliberal e na sua expresión
política. A chamada “crise económica” está-se a substanciar na perda de capacidade
de decisión por parte dos estados e unha enorme merma democrática nos mesmos. Evidencia-se
agora con claridade, que quen realmente governan non son os representantes do povo eleitos nas urnas,
senón que estes fu...
No
Estado español, as reducións do déficit do Estado sempre se conseguiron a base
de diminuír o gasto público social en lugar das subas de impostos. E iso é
consecuencia do enorme poder do que se chamaba antes burguesía, pequena
burguesía e rendas superiores da clase media alta (que dominan a vida política
e mediática do país).
Detrás da crise da débeda pública dos países
periféri...
É claro
que a crise do capitalismo provocou respostas contraditórias entre diferentes
segmentos da classe média e da trabalhadora com base no seu impacto
diferencial. Identidades de não classe anteriores, divisão económica interna
entre líderes e seguidores, divisões geracionais e lealdades partidárias minaram
a solidariedade de classe e levaram a queixas inconsequentes e hostilidade
difu...