Hoje,
no Irão, é o pretenso perigo de desenvolvimento de armas nucleares – nunca
confirmado pela Agência Internacional de Energia Atómica – que tenta
justificar, por parte dos EUA e UE, a imposição de sanções e de movimentações
militares provocatórias. Mas como a história nos ensina e nos torna
previdentes, temos por certo que, para lá de evidentes interesses
geoestratégicos no c...
A
política de Obama de combate à crise foi fundamentalmente uma política de
resgate dos grandes, isto é, dos grandes bancos, das grandes indústrias e dos
ricos. Foi uma saída que salvou os mais aquinhoados. Mas, que deixou a economia
congelada, sem oxigênio no seu mercado de consumo.
Os
Estados Unidos sofreram uma grave crise financeira, econômica e social em
2007-2008. Seus efeitos...
A
escalada de agressão (nas suas dimensões política, económica e militar) que os
EUA (e os seus aliados) levam a cabo contra os povos do Médio Oriente atingiu
um sério e perigoso patamar, perante as ameaças de intervenção militar na Síria
e de confronto directo com o Irão.
Acompanhando
o anunciado e previsível termo da missão de observadores da Liga Árabe – que
não terá cu...
As
imaxes dos marines estadounidenses mexando sobre os cadáveres dos afgáns
poderían ser aínda peor se mexasen sobre eles, vivos, e despois os asasinasen.
Estados Unidos bautizara a agresión contra Afganistán como «Liberdade
duradeira». Velaí as avanzadas dos exércitos da liberdade, pola democracia e o
mundo libre. Quítanlles a vida para darlles o que antes non tiñan: unha
liberdade h...
O
proceso para alcanzar a presidencia dos Estados Unidos xa comezou. O
pistoletazo «oficial» de saída foi o
caucus de Iowa para nomear o candidato republicano que deberá enfrontarse a
Obama para chegar á Casa Branca. Unha vez máis, este longo proceso electoral
que caracteriza a política norteamericana está en mans dos dous grandes
partidos políticos do país: os demócratas e os republica...
Houbo
un tempo en que Estados Unidos tiña moitos amigos, ou polo menos seguidores
relativamente obedientes. Nos días que corren, parece que non ten senón
adversarios, de todas as cores políticas. É máis, non parece estarlle indo moi
ben nos encontros cos seus adversarios.
Fixémonos no que estivo ocorrendo en novembro
e a primeira metade de decembro de 2011. Tivo confrontacións con ...
Depois
de sofrer grandes derrotas militares e políticas em campos de batalha
sangrentos no Afeganistão e no Iraque, de fracassar no apoio a antigos clientes
no Iémen, Egipto e Tunísia e de testemunhar a desintegração de regimes
fantoches na Somália e no Sudão do Sul, o regime nada aprendeu: Ao invés disso
ele voltou-se rumo a maior confrontação militar com potências globais,
nomeadamen...