marco
Artigos de opinión
O guerreiro Obama e o peixe fora d’água
18/03/2010Frei Betto
Obama é uma decepção! Recebeu imerecidamente o Nobel da Paz -um presidente que guerreia o Iraque, o Afeganistão e o Paquistão- e, em discurso...
A Alemanha e a Europa do futuro
18/03/2010Alexandrino Fernandes
O modelo de desenvolvimento que tem feito da Alemanha nestes últimos anos o maior exportador mundial assenta no progressivo empobrecimento da pop...
Crise do capitalismo e protagonismo da periferia
18/03/2010Márcio Pochmann
O sistema capitalista revela em suas crises periódicas momentos determinados de profunda reestruturação. São oportunidades históricas em que ...
Cuba, Israel e a dupla moral
17/03/2010Breno Altman
Ao contrário do que ocorreu em relação a Cuba, não há uma só matéria ou discurso relevante, nos veículos de imprensa mais destacados do pa...
O exemplo grego
17/03/2010Guillermo Almeyra
Grecia endebedouse terribelmente cos gobernos conservadores aos que a gran empresa financeira Goldman Sachs, unha das principais responsábeis da ...
Quen dixo que a crise rematou?
16/03/2010Juan Torres López e Alberto Garzón Espiñenta
Grecia, euro: o xugo dos tratados
16/03/2010Bernard Cassen
constitución
22/7/2009 Paula Sacchetta // Vermelho
A Bolívia de Evo Morales fervilha politicamente. Nas cidades, o debate se dá em torno dos diversos modelos de autonomia previstos pela Nova Constituição A palavra que mais se ouve na Bolívia é autonomia – nos mais diversos sentidos. Do Brasil as notícias a respeito da reivindicação de autonomia por parte do departamento de Santa Cruz são diferentes do que se vê aqui. O te...
20090210_bolivia.acto.promulgacion.nova.constitucion
O referendo boliviano foi uma lição de democracia dada por um povo que mostrou uma vocação extraordinária para submeter à vontade popular as decisões políticas mais transcendentes. No último 25 de janeiro participei, na qualidade de observador internacional, no referendo constitucional da Bolívia. A consulta consistia em duas perguntas: uma sobre sim ou não à nova Constituição...
Un 6 de decembro máis a pompa españolista emprega toda a súa artillería, dende o institucional-protocolario até o ámbito metasimbólico, disque para celebrar a aprobación da Constitución Española de 1978. Un texto, o da "constitución colonial", como ben se definira por un amplo sector do nacionalismo galego na época na que xermolou a carta magna, que nacía da pretensi...