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Artigos de opinión
O voto no SIM na Escócia soltaria a mais perigosa das coisas: a esperança
15/09/2014George Monbiot
Se a Escócia se tornar independente, sê-lo-á apesar dos esforços de quase todo o establishment do Reino Unido. Sê-lo-á porque os meios de com...
Ucrânia: O empréstimo do FMI, sob a nova guerra fria
15/09/2014Michael Hudson
O apoio dos EUA e do FMI parece destinar-se a ajudar a reduzir a dependência europeia do gás russo de modo a espremer sua balança de pagamentos....
Alucinações bélicas
15/09/2014Jorge Cadima
O Estado-Maior da guerra imperialista, a NATO, realizou uma Cimeira há poucos dias. O extenso comunicado final da Cimeira é alucinante. O ataque ...
Independência da Escócia: Romper o decadente Estado britânico
11/09/2014Tariq Ali
O notável crescimento do movimento pró-independência é o resultado do desmantelamento do Estado Social feito por Thatcher, com os aplausos e a ...
UE, um modelo de capitalismo dependente
11/09/2014Vaz de Carvalho
Os tratados da UE e o euro são o culminar de um processo de relações de capitalismo dominado face a um centro dominante, em que são estabelecid...
Obama, a máscara do fariseu
05/09/2014Miguel Urbano Rodrigues
Kirchner
29/10/2010 Umberto Martins // Vermelho
A morte, súbita e inesperada, do ex-presidente da Argentina e secretário-geral da Unasul, Néstor Kirchner, causou forte comoção não só por lá como em toda a América Latina. E não é para menos. Kirchner foi firme na defesa dos direitos humanos e punição dos militares golpistas cujo regime deixou um saldo de 35 mil mortos e desaparecidos e, com a moratória da dívida externa, resgatou ...
28/10/2010 Atilio A. Boron // Rebelión
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É innegábel que a inesperada e prematura desaparición de Néstor Kirchner terá un enorme impacto sobre a vida política arxentina. Sucintamente podería dicirse, primeiro, que con el desaparece o político máis influente de Arxentina, o que marcaba a axenda da discusión pública e o ritmo da vida política nacional.  Segundo, que durante a súa xestión como presidente cambiou o rumbo ...
7/7/2009 Manuel Mera // La Region
20090707_pino.solanas_proxecto.sur
Pra quen non viva na Arxentina o que pase neste importante país de América Latina resulta complexo. Porque, aínda existindo tendencias dominantes, no organizativo hai unha morea de forzas secundarias (e algunhas non tanto) que aparecen segundo a conxuntura unidas a un ou outro dos grandes partidos, ou realizando diversas coalicións entre elas ou fractúranse a cotío. Estas rupturas e ...
Tras cinco anos de crecemento ao 9% acumulativo anual, moitos creron que a normalización política retornaba á Arxentina. É que o crecemento económico agocha a subsistencia de problemas estruturais. Para o discurso hexemónico semella non importar o desemprego ou a pobreza xa que por un lustro a tendencia era decrecente, aínda con precariedade, informalidade e baixos ingresos. Se o pr...
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