Después
do colapso financeiro de 2008, entre 2009 e 2011 unha serie de protestas
sacudiron Islandia. A pantasma dunha suposta «revolución islandesa» converteuse
en moeda corrente nos medios. O «modelo islandés» converteuse no espello na que
querían ver ao 15M. E o quincemismo
adoptou ferventemente un relato que tiña máis de desexo que de realidade.
Porque
en realidade, abondaba co...
Na
Islândia o poder real não está na política, está em mãos das “agências
externas”, as que os humanistas chamamos ‘o Grande Capital’. A este respeito, é
evidente que a Islândia não é diferente do resto do mundo, e tal como as
revoluções que têm acontecido na Tunísia ou no Egito, as tentativas da Espanha
e os movimentos sociais como o Occupy Wall Street, a Revolução Island...
Os
Estados Unidos realizaram em dezembro um teste nuclear em Nevada. O país não
aceitou abrir a atividade aos inspetores internacionais, o que têm exigido do
Irã – que, aliás, protestou, assim como fizeram o prefeito de Hiroshima e
alguns grupos pacifistas japoneses. O acontecimento voltou a chamar atenção
para a disputa entre Israel e Irã, mas sem pôr em pauta o que realmente é
import...
No
último conflito, Obama enviou a secretária de Estado a Israel para apertar a
mão de Netanyahu. Depois foi a Ramallah para dizer ao presidente da Autoridade
Palestina, Mahmud Abbas, que os EUA apoiam a solução dos dois Estados. O
problema foi que Abbas e a Autoridade Palestina não eram atores neste conflito.
E Clinton não podia ir a Gaza porque os EUA consideram o Hamas uma organização
...
Despois
de sobrevivirmos -o pasado 21 de decembro- á anunciada fin do mundo, quédanos
agora tentar prever -con razoamentos prudentes pero máis cartesianos- o noso
futuro inmediato, baseándonos nos principios da xeopolítica, unha disciplina
que permite comprender o xogo xeral das potencias e avaliar os principais
riscos e perigos. Para anticipar, como nuns taboleiros de xadrez, os movementos
d...
A
lógica da Guerra Fria pesou decisivamente na origem dos "milagres
econômicos" na Alemanha, Japão, Itália e Coreia, e na transformação
posterior desses países em peças centrais da engrenagem econômica do poder
global dos Estados Unidos, pelo menos até a década de 70.
Salvo
engano, foi o jornal The Times que falou pela primeira vez - em 1950 - de
"milagres econômicos", referindo...
Os
marcos mais gerais do panorama internacional são a prolongação da crise
econômica do capitalismo, iniciada em 2008, assim como os focos de
enfrentamento militar promovidos pela hegemonia imperial norteamericana.
A
crise, retomada com força em 2011, seguiu devastando as sociedades europeias,
com seu foco concentrado na Grécia, em Portugal, na Espanha e na Itália,
estendeu seus efei...