A
“Primavera Árabe” está na agenda do G8, encarada numa perspectiva de evitar que
os regimes em formação optem por modelos económicos que não sejam compatíveis
com a “economia de mercado” tal como é entendida pelos membros do G8.
Os
chefes de Estado e de governos dos oito países mais poderosos do mundo – G8 – e
que concentram três quartos das despesas militares planet...
Non sabemos
se realmente mataron a Bin Laden; o que está claro é que o esforzo por
resucitar custe o que custe a Al-Qaida pretende matar os procesos de cambio
comezados hai catro meses no mundo árabe.
Unha das
grandes sorpresas que depararan os levantamentos populares no mundo árabe é que
deixaran momentaneamente fóra de xogo a todas as forzas islamitas e moi
especialmente, abofé, á...
A oposición
a Khadafi está pasando malos momentos a pesar dos bombardeos. Pola súa banda, a
Casa Branca e a OTAN non están libres de preocupacións: descubriuse que nas fileiras
rebeldes hai elementos de Al Qaida.
Así o
admitiu o almirante James Stavridis, xefe das operacións conxuntas en Libia,
aínda que subliñou que “a dirección está integrada por xente responsábel” (//was...
As mudanças
políticas no mundo árabe vão, lentamente, perdendo seu caráter regional. A
“revolta árabe” (no singular) que denota uma causa comum tende a se tornar cada
vez mais plural. Em todos os países, homens e mulheres de todas as idades,
classes, regiões, crenças e profissões tomaram as ruas para responsabilizar
seus governantes invocando justiça, liberdade e democracia. Mas nã...
A primavera
árabe ten raíces profundas. A rexión estivo en fermentación durante moitos
anos. A primeira da vaga actual de protestas empezou o ano pasado no Sahara
Occidental, a última colonia africana, invadida por Marrocos en 1975 e retida
ilegalmente desde aquela, de xeito similar a Timor Oriental e os territorios
ocupados por Israel.
O mes pasado, no tribunal internacional sobre
crimes du...
Ainda esse
ano, haverá eleições na Tunísia e no Egito. Essa é mudança tremenda no mundo
árabe. Eleições não resolvem todos os problemas, mas marcam novos parâmetros.
Outros terão de ser conquistados. Novas formas de participação, novos espaços
para participação, novos sonhos democráticos que acabarão por enterrar, de vez,
os restos rançosos do neoliberalismo. Nem todas as trans...
Nas últimas
duas semanas a Líbia sofreu o mais brutal ataque imperialista, por ar, por mar
e por terra, da sua história moderna. Milhares de bombas e de mísseis, lançados
de submarinos, vasos de guerra e aviões de guerra, americanos e europeus, estão
a destruir as bases militares líbias, os seus aeroportos, estradas, portos,
depósitos petrolíferos, posições de artilharia, tanques, port...