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Artigos de opinión
Dous proxectos para afrontar a crise sistémica
24/05/2013Antonio Antón
A conciencia social maioritaria das consecuencias negativas da crise e a percepción de que a xestión institucional non garante unha perspectiva me...
União Europeia: Falácias federalistas
24/05/2013Pedro Guerreiro
A alternativa à União Europeia das grandes potências e dos grandes grupos financeiros e económicos passa necessariamente pela ruptura com todos ...
Chipre: A troika provoca o primeiro ‘corralito’ europeo
23/05/2013Jérome Duval
Chipre únese ao club dos países baixo a administración da troika. A poboación chipriota súmase ao “apertar o cinto” para salvar os bancos p...
Desafiuzamentos e recortes: a violencia “democrática” do poder financeiro
23/05/2013Jorge Fonseca
Os desafiuzamentos forman parte inseparábel do espolio social a favor do capital financeiro. A burbulla inmobiliaria foi creada pola especulación ...
Crise económica: Por que non aumentar os salarios?
23/05/2013Michel Husson
Aumentar os salarios sería algo que melloraría o nivel de vida dos asalariados e relanzaría o consumo, por tanto a actividade económica e por ta...
As tres velocidades da crise e a súa bifurcación
22/05/2013Óscar Ugarteche e Ariel Noyola Rodríguez
Bangladesh: Mango e El Corte Inglés
20/05/2013Juan Hernandez Zubizarreta
Que futuro espera a eurozona?
20/05/2013Jacques Sapir
Oriente
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Vista do Fórum Social Mundial, a crise do Norte de África significa o colapso da segunda fronteira da Europa desenvolvida. A primeira é constituída pela Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda. Com as duas fronteiras em crise, o centro torna-se frágil.  Está a realizar-se em Dakar o XI Fórum Social Mundial (FSM). É a segunda vez que se reúne em África (a primeira foi em 2007, em Nairo...
No início da revolução iraniana em 1979, havia intenso apoio das potências capitalistas aos movimentos radicais islâmicos em todo o grande Oriente Médio e Ásia Central com o intuito de provocar aquilo que se convencionou chamar "arco de crise". O objetivo maior, claro, era atingir as regiões muçulmanas da União Soviética. De maneira análoga, pode-se dizer que, 32 anos depois, as revolt...
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No mundo árabe, os Estados Unidos e seus aliados apoiaram com regularidade radicais islâmicos, às vezes para prevenir a ameaça de um nacionalismo secular. Um exemplo conhecido é a Arábia Saudita, centro ideológico do Islã radical (e do terrorismo islâmico). Outro em uma longa lista é Zia ul-Haq, favorito do ex-presidente Ronald Reagan e o mais brutal dos ditadores paquistaneses, que impl...
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