Portada
Temas
Confederal
Sectores
Entrevistas
Opinion
Multimedia
Contacta
 
 
Artigos de opinión
O voto no SIM na Escócia soltaria a mais perigosa das coisas: a esperança
15/09/2014George Monbiot
Se a Escócia se tornar independente, sê-lo-á apesar dos esforços de quase todo o establishment do Reino Unido. Sê-lo-á porque os meios de com...
Ucrânia: O empréstimo do FMI, sob a nova guerra fria
15/09/2014Michael Hudson
O apoio dos EUA e do FMI parece destinar-se a ajudar a reduzir a dependência europeia do gás russo de modo a espremer sua balança de pagamentos....
Alucinações bélicas
15/09/2014Jorge Cadima
O Estado-Maior da guerra imperialista, a NATO, realizou uma Cimeira há poucos dias. O extenso comunicado final da Cimeira é alucinante. O ataque ...
Independência da Escócia: Romper o decadente Estado britânico
11/09/2014Tariq Ali
O notável crescimento do movimento pró-independência é o resultado do desmantelamento do Estado Social feito por Thatcher, com os aplausos e a ...
UE, um modelo de capitalismo dependente
11/09/2014Vaz de Carvalho
Os tratados da UE e o euro são o culminar de um processo de relações de capitalismo dominado face a um centro dominante, em que são estabelecid...
Obama, a máscara do fariseu
05/09/2014Miguel Urbano Rodrigues
Oriente
20110214_fsm2011-dakar.jpg
Vista do Fórum Social Mundial, a crise do Norte de África significa o colapso da segunda fronteira da Europa desenvolvida. A primeira é constituída pela Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda. Com as duas fronteiras em crise, o centro torna-se frágil.  Está a realizar-se em Dakar o XI Fórum Social Mundial (FSM). É a segunda vez que se reúne em África (a primeira foi em 2007, em Nairo...
No início da revolução iraniana em 1979, havia intenso apoio das potências capitalistas aos movimentos radicais islâmicos em todo o grande Oriente Médio e Ásia Central com o intuito de provocar aquilo que se convencionou chamar "arco de crise". O objetivo maior, claro, era atingir as regiões muçulmanas da União Soviética. De maneira análoga, pode-se dizer que, 32 anos depois, as revolt...
20110208_obama.rei-saudi.jpg
No mundo árabe, os Estados Unidos e seus aliados apoiaram com regularidade radicais islâmicos, às vezes para prevenir a ameaça de um nacionalismo secular. Um exemplo conhecido é a Arábia Saudita, centro ideológico do Islã radical (e do terrorismo islâmico). Outro em uma longa lista é Zia ul-Haq, favorito do ex-presidente Ronald Reagan e o mais brutal dos ditadores paquistaneses, que impl...
Engadir ao calendario
cig.prensa@galizacig.com